SUCO FONTE DE SAÚDE
O suco é uma ótima opção para aquelas pessoas que querem uma forma de alimentação bem nutritiva, refrescante e fácil de preparar. Os sucos oferecem uma enorme quantidade de vitaminas e sais minerais que o organismo necessita, contribuindo para o bom estado do mesmo. Especialistas recomendam tomar pelo menos um copo de suco por dia.
Vale ressaltar que os sucos contêm água, um importantíssimo elemento que atua em todos os processos metabólicos do organismo. A água controla a temperatura corporal, transporta as fibras que estimulam o trabalho do intestino, além de retirar as toxinas do corpo. É a solução onde os processos celulares ocorrem. Desta forma, a importância dos sucos na saúde é ainda mais evidenciada.
Os sucos de frutas representam uma grande fonte de vitaminas, especialmente a vitamina C, presente nas frutas cítricas. Os sucos de hortaliças fazem com que o corpo absorva os nutrientes rapidamente, ao contrário do que ocorreria se essas hortaliças fossem ingeridas normalmente, onde esse processo é mais lento.
Os sucos também são ótimos para pessoas que querem perder peso, visto que, além de serem saudáveis, alimentam, e, dependendo do suco, possuem uma quantidade relativamente baixa de calorias. Outra propriedade que os sucos possuem é a eliminação de toxinas do organismo, fazendo com que a pele fique mais suave, deixando os cabelos mais brilhantes, e o sistema orgânico regulado.
É aconselhável o preparo de sucos frescos, Fora isso, o suco natural é livre de aditivos, conservantes, etc. O suco, ao ser preparado, deve ser ingerido imediatamente, é bom evitar o armazenamento do mesmo.
Fonte: Mundo Educação.
CALOR AUMENTA VENDA DE SUCO
Com o calor, a venda de sucos também ganha impulso neste mês. "O movimento é maior realmente nos meses de dezembro e janeiro. É época de férias e verão", comenta a atendente da Real Sucos, Elaine Cristina Rabelo. Por lá, delícias como o suco de abacaxi com hortelã pode ser encontrado por R$ 3,50 (copo de 500ml). Já o exótico suco de morango com açaí pode ser degustado por R$ 9,00 (copo de 500ml).
"Personalizamos o suco de acordo com o gosto do clientes. Se ele quiser de laranja com abacaxi ou banana, fazemos. Ele é quem resolve", explica Elaine. Com o calor, a venda de sucos também ganha impulso neste mês. "O movimento é maior realmente nos meses de dezembro e janeiro. É época de férias e verão", comenta a atendente da Real Sucos, Elaine Cristina Rabelo. Por lá, delícias como o suco de abacaxi com hortelã pode ser encontrado por R$ 3,50 (copo de 500ml). Já o exótico suco de morango com açaí pode ser degustado por R$ 9,00 (copo de 500ml). "Personalizamos o suco de acordo com o gosto do clientes. Se ele quiser de laranja com abacaxi ou banana, fazemos. Ele é quem resolve", explica Elaine.
Fonte: Diário do Nordeste
TABELA DE CALORIAS: DIETA DOS SUCOS, VITAMINAS E LÍQUIDOS EM GERAL
Se todos tomassem a quantidade ideal de sucos naturais diariamente e seguissem uma dieta balanceada, os quilinhos extras não estariam incomodando. Explico: tomar muito líquido, além de ser saudável, ajuda a manter a boa forma e, para os desinformados, não existe dieta sem os sucos. Confira tabela de energia abaixo:
Vitaminas, sucos e líquidos em geral
- Água de coco verde: 44Kcal – copo de 200ml
- Café com açúcar: 26Kcal – xícara de 50ml
- Café sem açúcar: 2Kcal – xícara de 50ml
- Café solúvel: 8Kcal – colher de chá de 6g
- Caldo de cana: 138Kcal – copo de 200ml
- Chá sem açúcar: 2Kcal – xícara de chá de 150ml
- Limonada com açucar: 85Kcal – copo de 200ml
- Polpa de abacaxi: 100Kcal – copo de 200ml
- Polpa de goiaba: 104Kcal – copo de 200ml
- Polpa de graviola: 120Kcal – copo de 200ml
- Polpa de manga: 128Kcal – copo de 200ml
- Polpa de maracujá: 234Kcal – copo de 200ml
- Polpa de tangerina: 86Kcal – copo de 200ml
- Polpa de uva: 122Kcal – copo de 200ml
- Suco de abacaxi: 75Kcal – copo de 200ml
- Suco de laranja: 68Kcal – copo de 200ml
- Suco de uva: 146Kcal – copo de 200ml
- Suco de abacaxi com hortelã: 104Kcal – copo de 200ml
- Suco de caju: 78Kcal – copo de 200ml
- Suco de melão com cenoura: 80Kcal – copo de 200ml
- Suco de morango: 80Kcal – copo de 200ml
- Suco de tomate: 23Kcal – copo de 200ml
- Sucos Tang (todos os sabores): 84Kcal – copo de 200ml
- Vitamina de banana, mamão e laranja: 132Kcal – copo de 200ml
- Vitamina de laranja, maçã e pêssego: 126Kcal – copo de 200ml
- Vitamina de laranja, mamão e goiaba: 134Kcal – copo de 200ml
- Vitamina de morango e leite desnatado sem açúcar: 89Kcal – copo de 200ml
- Vitamina com leite, abacate, banana e maçã: 199Kcal – copo de 200ml
- Vitamina sem leite, abacate, banana e maçã: 168Kcal – copo de 200ml
GB ENTRA NO SEGMENTO DE PRODUTOS LÁCTEOS
A General Brands, uma das maiores fabricantes de refresco em pó e suco pronto para beber do Brasil, acaba de formar uma joint venture com o grupo Vencedor, indústria de laticínios. Com a iniciativa, a GB dá continuidade à sua estratégia de diversificar os segmentos de mercado em que atua formando agora o Grupo General Brands que passa a atuar nas categorias refrescos em pó, sucos prontos pra beber, gomas de mascar, linha de sobremesas, chocolates e todo o segmento lácteo. O grupo Vencedor, originário do Paraná, tem uma linha de produtos que inclui requeijões, queijos variados, leite em pó, soro em pó, leite condensado, além de bebidas lácteas e manteigas.
De acordo com Isael Pinto, presidente da GB, a meta é tornar o novo grupo, gerado a partir da joint venture, em uma empresa de R$ 500 milhões de faturamento em 2010, passando para R$ 1 bilhão nos dois anos seguintes.
Essa expectativa é lastreada no crescimento orgânico a manutenção da política de novos lançamentos. O novo grupo formado a partir da joint venture, de capital fechado e 100% nacional, terá 1.200 funcionários e 250 itens para consumidores de todas as classes de renda.
A administração da joint venture será conjunta entre os principais executivos de ambas as empresas, Isael Pinto, pela GB, e Rodolfo Nagai pelo grupo Vencedor. A parceria deverá ser facilitada pela experiência de cada um no seu respectivo setor e pela semelhança no estilo de trabalho dos dois, destacando a forte sinergia e eficiência das operações. “Temos uma política de aproximação muito forte com o mercado, com uma atuação personalizada junto aos nossos clientes do atacado e varejo”, afirma Isael Pinto. Ambos costumam, inclusive, fazer visitas pessoais e periódicas aos clientes, fortalecendo a fidelização da clientela. “Nossos principais concorrentes no segmento de lácteos são empresas multinacionais, o que não lhes dá a mesma flexibilidade que temos”, avalia.
Tanto a GB como o grupo Vencedor, possuem um sistema de distribuição nacional para seus produtos, embora a primeira tenha uma atuação mais forte no sudeste, norte e nordeste, enquanto a segunda tem mais de 50% de seus negócios voltados para a região sudeste. “Vamos aproveitar ao máximo os pontos em comum que temos para melhorar nossa distribuição, inclusive visando o mercado externo. Para onde forem os sucos Camp, da GB, irão os lácteos e derivados do grupo Vencedor, e vice-versa”, diz Isael Pinto. Além de tornar a logística de transporte mais eficaz, a expectativa é reduzir custos em vários processos e aumentar o poder de barganha na compra de matérias-primas comuns, como o açúcar, que representam até 40% do custo de certos produtos.
Um outro ponto de sinergia entre as duas empresas é a participação delas no mercado de food service, que vem crescendo significativamente – no caso da GB, nos últimos três anos esse crescimento tem sido da ordem de 30% ao ano.
Segundo Isael Pinto, a ideia é aproveitar a visibilidade da marca Camp, no curto prazo, e utilizar a marca também para os produtos lácteos. Ao todo, ambas as empresas possuem aproximadamente 300 mil pontos de venda espalhados por todo o território brasileiro.
Grupo Vencedor – O grupo Vencedor teve início em 1992, no Paraná, criado pelos empresários Rodolfo Nagai e Luiz Kogachi. Tem sete fábricas, localizadas nos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais e Rondônia e um centro de distribuição. Consolidada no mercado, é especializado em produtos lácteos para consumo doméstico e profissional e possui marcas de destaque como Heloísa e Vencedor, entre outras. A Heloísa é uma marca com produtos Premium, enquanto o leite em pó é destinado ao consumidor das classes mais populares. Considerado um dos empreendedores mais arrojados no seu setor, no início deste ano Nagai concretizou a venda de outro empreendimento que fundou: a rede de lojas atacadistas Assaí para o Grupo Pão de Açúcar.
General Brands - Criada pelos empresários Isael Pinto e Antonio Carlos Ferreira, a General Brands existe desde 1997. Isael aproveitou a experiência adquirida em mais de 30 anos como executivo na Q-Refresco para começar a fabricar refresco em pó. Desenvolveu então o Camp, hoje com 16 sabores e um dos mais vendidos na sua categoria, disputando o segundo lugar no ranking com as multinacionais. Em 2007, a GB, que já produzia o Camp Néctar, seu primeiro suco pronto para beber, adquiriu a empresa Beba Brasil, do grupo Nova América, para disputar espaço entre os maiores fabricantes de sucos prontos para beber do Brasil, um mercado que fatura anualmente, no País, mais de R$ 1 bilhão. Com a aquisição, veio o suco pronto para beber Top Fruit, marca que foi remodelada e modernizada. Pouco depois, a GB lançou o Top Orange, seu primeiro produto Premium - até então a empresa tinha como alvo as classe populares. Deu certo. Atualmente a linha de sucos prontos para beber opera com 100% de sua capacidade produtiva, em três turnos, e já figura entre as maiores fabricantes do segmento. Em 2008, no auge da crise internacional, GB decidiu entrar no ramo de chocolates – de olho num mercado que movimenta R$ 3,5 bilhões, e adquire a Divino Sapore, fábrica de chocolates do Mato Grosso do Sul. A proposta agora era fugir da sazonalidade de seu mercado – os sucos são produtos de alto consumo no verão, mas, com queda nas vendas, no inverno. Só nesse ano, a General Brands lançou sete novos sabores de chocolates.
Texto: Marilda Martins
CONSUMO DE SUCO NO PAÍS CRESCE 11%
O plantio de frutas tem um grande peso em muitos municípios da Região Metropolitana de Campinas (RMC) e a maior parcela da produção é comercializada para consumo de mesa. Mas o produto poderia ter um destino que agregasse mais valor se houvesse no mercado nacional um número maior de empresas que processassem a polpa de fruta ou o suco. A conclusão é parte de um estudo realizado pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da Universidade de São Paulo (USP).
Com base em dados da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir), é detalhado que o mercado de sucos e néctares de frutas cresceu 11% entre 2007 e 2008, com um faturamento no ano passado de US$ 1,9 bilhão.
Desde o mês de junho, entrou em vigor o decreto 6.871, que regulamentou a lei nº 8.918, de 14 de julho de 1994, cujo teor é a definição do que é considerado suco. A legislação estabelece que suco de fruta é uma bebida que tem 100% do produto em sua composição. A regra só abre exceções para culturas, como a manga e goiaba, que podem ter a diluição da polpa. O néctar deve conter pelo menos 30% de polpa de fruta e apenas em casos de frutas com acidez, conteúdo muito elevado de polpa e sabor forte é permitido um patamar de 20%.
As pesquisadoras do Cepea verificaram que a grande maioria das bebidas comercializadas no País é um néctar de frutas. Uma das autoras que elaborou o estudo, Camila Pires Pirillo, afirma que o consumidor brasileiro não sabe diferenciar o que é 100% suco de fruta e o produto que é um néctar. Ela salienta que no Brasil faltam empresas que realizem o processo de transformação da fruta in natura em polpa ou suco pronto. "O País têm várias engarrafadoras de bebidas que colocam sua marca em produtos que em grande parte são néctares de frutas", explica ela citando que o consumo per capita de sucos e néctares prontos foi de 2,5 litros no País. Ela acrescentou que, segundo a Abir, o volume do mercado de refrigerantes foi de 77 litros em 2007.
A pesquisadora acentua que a ampliação do parque nacional de processadoras de frutas seria muito benéfico para o setor agrícola, que valorizaria o preço da produção rural. "Hoje, o País importa polpa de frutas. A demanda crescente por produtos naturais deve se transformar em oportunidade de negócio para os produtores rurais e as empresas que queiram investir em sucos industrializados ou polpas", diz. Camila afirma que na pesquisa, conforme informações coletadas nas entidades que representam o setor, foi constatado que a citricultura paulista é a única que destina boa parte da produção para o mercado de suco.
A autora do estudo destaca que o Instituto Brasileiro de Frutas (Ibraf) tem dados que mostram um total de 300 empresas que atuam no setor de frutas processadas de transformação primária e secundária. "Conforme a nossa pesquisa, com base nas informações da entidade, 34 mil postos de trabalho são gerados por essas empresas. Quase metade das empresas estão localizadas na região Nordeste", diz Camila, ao lembrar que sobra fruta no País que poderia ser usada na preparação da polpa e do suco. "Nós importamos, por exemplo, a polpa de pêssego", comenta. Ela ressalta que a expansão das empresas poderia resultar em um barateamento do preço do produto para o consumidor final, visto que o suco tem valor mais elevado no mercado do que as bebidas de néctar.
Oportunidade
A região de Campinas tem várias pequenas e médias propriedades rurais que cultivam inúmeras variedades de frutas, como uva, goiaba, morango, figo, pêssego, carambola e laranja- kinkan. Parte da produção é vendida no mercado interno e outra vai para exportação. Os agricultores acreditam que o mercado de sucos naturais poderia incrementar os negócios da área rural, mas lembram que para o perfil local o melhor é apostar na venda in natura para consumo de mesa. Os agricultores opinam que a venda para as indústrias processadoras demandaria uma escala maior de produção. Entretanto, se aparecesse uma oportunidade de vender para esse elo da cadeia haveria interesse em acrescentar mais essa fonte de renda.
A produtora rural, Noemia Satiko Ogihara Kumagai, afirma que nunca houve consulta de empresas interessadas em comprar sua produção para a preparação de sucos ou polpas. "Não tenho uma grande escala de produção e hoje os nossos produtos são comercializados em Belo Horizonte", comenta. Ela observa que o agricultor não tem como processar a fruta e transformá-la em bebida em escala industrial. "Esse não é o nosso foco. Nós fazemos suco e polpa concentrada aqui na propriedade, mas para consumo próprio. Se uma empresa quisesse comprar as nossas frutas para preparar suco poderia ser uma nova oportunidade de negócio", diz. Noemia e o marido Massao Kumagai produzem no bairro Pedra Branca, em Campinas, goiaba, carambola e laranja-kinkan.
Tendência é de aumento nas vendas
Na pesquisa elaborada pelas pesquisadoras Camila Pires Pirillo e Renata Pozelli Sabio, é apontada que a tendência é de crescimento do consumo de sucos prontos, néctares e bebidas de soja. Para elas, os produtores agrícolas devem analisar os números e buscar por chances de comercializar os seus produtos para as indústrias do setor. A análise das autoras do trabalho se alicerça nos números da Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes e de Bebidas Não Alcoólicas (Abir) que apontam para o consumo de 700 milhões de litros de sucos e néctares em 2012. O volume é o mesmo estimado para bebidas à base de soja. O total chegará a 1,4 bilhão de litros. Conforme o material das pesquisadoras, haverá um acréscimo de 600 milhões de litros em relação ao comercializado atualmente. O aumento é visto de forma positiva por Camila e Renata, mas elas ainda ressaltam no estudo que o consumo per capta será de apenas sete litros. O cálculo se baseia em uma população projetada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 200 milhões de brasileiros em 2012. (AL/AAN)
Fonte: Correio Popular,SP.